28 June, 2007 10:24
Contra as punições, pela abertura de negociações, contra a repressão e a tropa de choque/polícia nos Campi!
Contra os Decretos e a Reforma Universitária!
Após a ocupação da reitoria da USP e todo o levante nacional que presenciamos, o Movimento Estudantil, mais forte e atuante, reafirma seu papel de agente social em busca de uma educação de qualidade e para todos. Agora para podermos continuar construindo nossas lutas precisamos garantir que não haja perseguição política aos militantes, fato que tem sido realizado com o apoio do aparato policial, expediente não democrático para negociações.
A criminalização do Movimento Estudantil, um movimento que luta pelo ensino público e para que esse seja de qualidade e para o povo oprimido, é inaceitável! Se hoje ainda temos certa qualidade nas Universidades públicas, se temos a tão falada autonomia etc., é porque houve luta no passado. Houveram greves e ocupações por toda a história, os direitos trabalhistas (apesar de ainda poucos e seriamente ameaçados) foram conquistados a partir de mobilizações, nas quais a greve foi e continua sendo um importante mecanismo.
As ocupações deste início de ano apenas reforçam o caráter combativo do nosso movimento e as inúmeras assembléias, sempre quebrando recordes históricos na quantidade de participantes, reforçam a legitimidade dessa luta por mais democracia. As estruturas de poder dentro das universidades remontam à ditadura militar e fatos como o ocorrido em Araraquara exemplificam isso.
De maneira absurda um exagerado número de policiais treinados e equipados para situações extremas invadiu o campus da Unesp de Araraquara e prendeu estudantes que defendiam um direito do povo.
O movimento se propõe à negociação. Os estudantes se dispõem ao dialogo com aqueles que se apresentam com armas nas mãos e desqualificam a luta democrática. É fundamental que não nos intimidemos pelas ações das autoridades para que a nossa mobilização pela real autonomia se construa por meio da liberdade de expressão.
Hoje deve ser um dia em defesa da liberdade. Não da liberdade para consumir, mas da liberdade para defendermos a educação pública, que já é um direito!! A repressão policial e a intransigência em negociar, insistindo em punir participantes do Movimento Estudantil de maneiras incoerentes com a proposta de discussão que caracteriza o ambiente universitário, são inaceitáveis!
Os estudantes do estado todo estão unidos: aqui presentes unesp, unicamp e usp! todo apoio aos estudantes de araraquara!
Nas praças, nas ruas, quem disse que sumiu? Aqui está presente o Movimento Estudantil!
*Panfleto do Ato de Hoje 28 de junho, em Araraquara.





28/06/2007, 17:44
bando de ladrões sem escrúpulos
entraram na reitoria só para roubar laptops
28/06/2007, 11:59
A Universidade, em especial a pública, é um instituição que deve servir à sociedade e aos seus propósitos. Entretanto, a greve jamais serviu ao povo, uma vez que apenas uma minoria privilegiada possui acesso à universidade pública, e além de não ter servido ao povo teve como método a realização de piquetes, barricadas e ocupações.
A greve é um direito inegável, mas não os métodos que foram utilizados nessa greve em especial. A realização de piquetes e barricadas fere o direito de ir e vir, tão exaltado no dia do ato na Praça dos Bandeirantes, quando uma ação policial impediu a sua realização. É interessante agora lembrarmos que o aparato policial é um instrumento do estado democrático, usado para garantir os direitos da maioria, que a greve jamais representou.
Os métodos importam, não importa quais sejam os objetivos. É por isso que não importa o quão nobre venha a ser a motivação de um homem bomba, ele ainda é um homem bomba, e deve arcar com as consequências de seus atos. Ele, em especial, arca com as consequências, e não importa quais tenham sido os objetivos, os responsáveis pela ocupação da reitoria da USP deve assumir as consequências, e serem responsabilizados criminalmente.
Não havia qualquer motivação em relação à greve pichar o muro do MAC (Museu de Arte Contemporânea). E como estudantes que se diziam defender a pesquisa básica tentam atacar o professor que é autoraridade da América Latina em mecânica quântica, no dia dos piquetes no IF (Instituto de Física)? Como alguém que defende a democracia ameaça alguém que tenha dito numa reportagem ser contra a greve? É possível alegar que estas pessoas são minoria e não representam o movimento, decerto, mas ainda assim são filhos do movimento.
28/06/2007, 11:46
A Universidade, em especial a pública, é um instituição que deve servir à sociedade e aos seus propósitos. Entretanto, a greve jamais serviu ao povo, uma vez que apenas uma minoria privilegiada possui acesso à universidade pública, e além de não ter servido ao povo teve como método a realização de piquetes, barricadas e ocupações.
A greve é um direito inegável, mas não os métodos que foram utilizados nessa greve em especial. A realização de piquetes e barricadas fere o direito de ir e vir, tão exaltado no dia do ato na Praça dos Bandeirantes, quando uma ação policial impediu a sua realização. É interessante agora lembrarmos que o aparato policial é um instrumento do estado democrático, usado para garantir os direitos da maioria, que a greve jamais representou.
Os métodos importam, não importa quais sejam os objetivos. É por isso que não importa o quão nobre venha a ser a motivação de um homem bomba, ele ainda é um homem bomba, e deve arcar com as consequências de seus atos. Ele, em especial, arca com as consequências, e não importa quais tenham sido os objetivos, os responsáveis pela ocupação da reitoria da USP deve assumir as consequências, e serem responsabilizados criminalmente.
Não havia qualquer motivação em relação à greve pichar o muro do MAC (Museu de Arte Contemporânea). E como estudantes que se diziam defender a pesquisa básica tentam atacar a autoraridade da América Latina em mecânica quântica, no dia dos piquetes no IF (Instituto de Física)? Como alguém que defende a democracia ameaça alguém que tenha dito numa reportagem ser contra a greve? É possível alegar que estas pessoas são minoria e não representam o movimento, decerto, mas ainda assim são filhos do movimento.
Agora, é importante lembrar que a Faculdade que talvez melhor tenha atendido ao povo foi a Faculdade de Medicina, sim, aquela que não se juntou à greve, mas aquela que não deixa de prestar assistência às populações carentes que vivem próximo à USP.
28/06/2007, 10:58
Ladrão é foda mesmo...
Cadê os equipamentos que sumiram da reitoria???