18 June, 2007 14:03
Cultura Islâmica
por: Leon Kossovitch
professor da Faculdade de Filosofia da USP
Hoje, às 18 horas, no CO.
18 June, 2007 14:03
Cultura Islâmica
por: Leon Kossovitch
professor da Faculdade de Filosofia da USP
Hoje, às 18 horas, no CO.
18 June, 2007 04:05
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| Na reitoria ocupada da usp, sala pró-okupa
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| Programação do cineokupa – de 17/06/2007 a 23/06/2007 | ||||||||||||||
| Sessões: segunda às 14h e as 21h, terça a sábado às 17h e às 20h e aos domingos às 17h e às 21h
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Tempos Modernos Filme de Charlie Chapplin |
Outubro
Filme comemorativo dos dez anos da revolução Russa. Mostra os acontecimentos que precederma a revolução russa de 1917 quando o partido bolchevique tomou o poder na Russia.
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Ocupar o olhar: curtas da ocupação Ocupar o olhar: compilação de filmes sobre ocupações estudantis. a idéia é que reconheçamos as possibilidades de representação do processo que representamos. |
Soy Cuba História de Cuba Pré-Castrista sobre o prisma do cinema revolucionário Russo. Filmado com película ultra sensível infravermelha.
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Ocupar o olhar: curtas da ocupação
Ocupar o olhar: compilação de filmes sobre ocupações estudantis. a idéia é que reconheçamos as possibilidades de representação do processo que representamos.
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Seção Especial de Justiça Filme de Costa Gravas que mostra como a justiça atuou com base em lei retroativa para condenar presos políticos na França durante a invasão nazista na Segunda Guerra Mundial
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Corações e Mentes
Principal filme sobre a guerra do Vietnã, este documentário foi o primeiro filme a mostrar o lado dos vietnamitas na guerra.
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Participe do cineokupa e colabore trazendo seus filmes!
16 June, 2007 07:32
14 June, 2007 19:24
14h:CINEOKUPA (sala Pró-ocupa): Filme “O Povo Brasileiro”, baseado na obra de Darcy Ribeiro.
14h30
Cibele Rizek (Arquitetura e Urbanismo - EESC-USP):
exibição do filme "A Crítica da Separação", de Guy Debord
16h: Oficina: “Medicamentos a base de ervas medicinais e discussão sobre corpo e saúde”- (sala de reunião comunicação)
18h: Oficina “Video e Edição” - na Rádio
20h: Reunião Organizativa da Ocupação
22h: Palco HEAVY METAL (show com as bandas Prodigal sin, Attack Kill, Attack Force)
14 June, 2007 11:46
Hoje - 14.06 - Reunião aberta da comissão de negociação, às 16h.
Pauta: Preparação para reunião com a reitoria.
Local: Saguão
13 June, 2007 22:32
Dia 14/06
O Movimento Resgate Arcadas
convida todos a uma conversa com o deputado estadual Raul Marcelo, representante de uma das ADIn's, para explicitar o mérito legal e político desse instrumento, que surge como uma alternativa aos atuais meios de protesto que vêm sido empregados.
às 9h, na histórica Sala dos Estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco – USP, situada no Largo São Francisco, n° 95
CONTATO: 9273 8881 - Pedro Henrique Soares Ramos
Debate: Os ataques do Governo Serra à Saúde
Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência (SINDSPREV)
Movimento Popular de Saúde da Zona Leste (MOPS-ZL)
Realização: Núcleo Livre de Saúde da USP
Centro Acadêmico Emílio Ribas
Nutrição - FSP - USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 São Paulo-SP
Fone/Fax: (11) 3061-7725
Dia 15/ 06
Encontro das Artes
10hs. Exibição de vídeos do audivisual
Debate: As Artes nas Universidades: O que está acontecendo nos IAs e na ECA e qual é nosso papel como estudantes de arte no movimento estudantil.
12:30hs. Piquenique (trazer comida ou bebida)
20hs. Sarau (tragam poesias, cenas, músicas, intervenções, etc...)
local: oásis (próximo ao quadrado)
13 June, 2007 02:41
12 June, 2007 17:44
12 June, 2007 17:38
É hora da ocupação registrar e disseminar sua teoria: a teoria da festa
Depois de mais de um mês de ocupação da reitoria da USP – importante símbolo institucional das “inteligências” subordinadas nas periferias mundiais – chegou o momento do início de outra etapa na ocupação: a “ocupação”, ou “invasão”, da produção de conhecimento pelo registro e disseminação das teorias que já se constroem nas mentes de cada vivente desta festa livre.
A primeira proibição fundamental na ordem do tédio burocrático foi transgredida pela aglomeração de indivíduos num espaço livre, descontrolado por qualquer burocracia, seja o Estado, as autoridades estatutárias da universidade, ou as enfadonhas organizações partidárias. Esta transgressão, naturalmente, já produziu o que justamente é a razão da proibição, ou seja, o arejamento das mentes, o enriquecimento dos pensamentos e o início do conhecimento não vigiado por poderes centralizados. Aqui não se é assombrado pelos pensadores da fraseologia do conhecimento escolar, ou policiado pelos sargentos da epistemologia do ressentimento – a maioria de nossos mestres. Aqui também ocorrem apropriações de conhecimentos acadêmicos existentes, porém em função de uma prática teórica que é fundamentalmente produto da experiência da vida livre de cada participante e existe como necessidade de ação sobre a expansão da mesma intensidade de vida.
Mas o que querem realmente os ocupantes da reitoria? Seria a manifestação reacionária pela manutenção de uma ordem escolar obsoleta de um estágio anterior da organização estatal? Certamente que não. Os produtores dessa rave querem simplesmente a permanência da festa a qual vivem neste momento. Isto porque a liberdade das mentes, produzida no interior da própria aglomeração, faz com que se perceba o óbvio: a vida sob a cultura da valorização do sacrifício, das oito horas diárias de trabalho maçante, da eterna esperança infantil do dinheiro abundante, da velhice depois de uma medíocre sobrevivência de classe média é o destino certo de cada ocupante após o término de sua festa. Os ocupantes querem que a festa revolucionária dure para sempre, mas para isso sabem que é preciso fazer com que se expanda para fora.
O registro da riqueza intelectual produzida na festa e a disseminação desse registro pelas várias vias possíveis de comunicação é a próxima etapa da rave. O espaço construído pelo capitalismo em função de seu processo de expansão, também é o espaço que está produzindo aqui a sua superação. E a tecnologia disponível para disseminar informações precisa ser usada de modo inventivo e dinâmico. A criatividade e a versatilidade na disseminação da festa será definitiva para sua permanência. A teoria eficaz está ainda para ser inventada, assim como sua comunicação eficaz e sua arte. Enfim, este é o momento dos ocupantes começarem escrever textos, inventarem sua própria arte e disseminarem seus pensamentos.
Rass Fischer, 11/06/2007.
12 June, 2007 17:30
[Esta carta foi escrita pelo professor Marcos Barbosa - FE, quando recebeu um abaixo-assinado contra o movimento estudantil, argumentando nos gastos e pobres moldes da violentização..]
Vejam a resposta!
abre aspas..
Caro Prof. José de Souza Martins
Em resposta ao envio do abaixo-assinado cujo texto transcrevo abaixo, devo dizer que não o subscrevo, e gostaria de explicar porque, terminando com uma sugestão.
Não o subscrevo porque sua conclamação apóia-se numa visão injusta, uma visão parcial e interessada em que os responsáveis pela ocupação figuram como únicos culpados pela quebra da normalidade da vida universitária. O documento, assim como outros de mesmo teor já divulgados – os quais, diga-se de passagem, não parecem ter contribuído para a superação da crise –, prega a ética da superioridade do diálogo, do debate racional civilizado, em relação à violência física, com forma de se lidar com conflitos. Até aí estamos todos de acordo. Mas essas intervenções, ao mesmo tempo, não levam em conta nem explicita nem implicitamente, ou fazem apenas uma referência muito vaga, ao fato de que a gota d’água que precipitou a decisão de ocupar a reitoria foi a quebra de compromisso da reitora ao não comparecer a uma audiência previamente agendada com os estudantes. E não há dúvida de que se tratou mesmo da proverbial gota d’água, pois são bem conhecidas as dificuldades que encontram estudantes, professores e funcionários na tentativa de manter um diálogo civilizado com as autoridades universitárias. As crônicas da ADUSP ilustram abundantemente essa afirmação, com seu registro de recusas de marcar reuniões de negociação, quebras de compromisso, etc., por parte desta e de reitorias anteriores.
Mas em vez de trocar acusações desse gênero, em que cada lado atribui a culpa pelo rompimento do diálogo ao outro, talvez seja melhor ampliar o foco do debate considerando um aspecto do pano de fundo da crise, a saber, o fato, amplamente reconhecido, de o Estatuto da USP ser significativamente menos democrático que o das universidades federais, e o das outra universidades estaduais paulistas. Creio residir aí parte da explicação de porque, apesar de haver outras fontes de insatisfação estudantil presentes também em outras universidades, a atual onda de mobilizações tenha tido início na USP.
Entre os documentos produzidos pelo movimento de ocupação, houve um que me chamou muito a atenção. Trata-se da “Resposta ao ultimato da reitora”, e seu título é: “Democracia, desesperadamente”. O tema volta no miolo do texto, “Exigimos democracia, desesperadamente”, e no fecho: “Por mais democracia, desesperadamente, Estudantes da ocupação da reitoria da USP”. A meu ver está aí o significado último da ocupação: um grito de desespero. Um grito incomoda, precisa ser silenciado. Mas a única alternativa a sufocá-lo pela força é mostrar que ele foi ouvido.
E como dar essa demonstração? O último dos dezoito itens da pauta de reivindicações dos estudantes é expresso numa única palavra: “Estatuinte”. Contrastando com essa brevidade, esse é o tema que, para além das questões mais conjunturais, tem ocupado o centro dos debates nas reuniões e assembléias não só dos estudantes, mas também dos professores e funcionários mobilizados. Daí decorre a sugestão: para mostrar que ouviram o grito, as autoridades universitárias, os paladinos do diálogo, defensores da lei e da ordem, precisam apenas – o que não é pedir muito – reconhecer o caráter autoritário do Estatuto da USP em vigor, e se empenhar verdadeiramente em sua reforma, aceitando como condição para que o novo Estatuto seja realmente democrático (nos termos da declaração aprovada pela assembléia da ADUSP de 6/6) “que se constitua uma Assembléia Estatuinte soberana e democrática com essa finalidade específica e que se dissolva uma vez finalizados os trabalhos”.
Quanto ao resultado, nem mesmo é necessário que o novo Estatuto seja um primor de democracia, talvez baste, num primeiro momento, que se alinhe com os estatutos das outras universidades brasileiras. Um estatuto democrático é em essência o que permite que os conflitos internos da Universidade sejam resolvidos por meio do diálogo. Qualquer avanço neste sentido contribuirá assim para que a necessidade de recorrer a ações como a ocupação não volte a se impor no futuro, como é o desejo de todos.
Para além do resultado concreto, na forma de um novo estatuto, o processo de sua elaboração, se conduzido com seriedade, colocará em pauta temas que há muito clamam por um debate em profundidade, os temas das relações da Universidade com o Estado, com a sociedade, com o mercado, com as agências de fomento (outra ameaça à autonomia universitária), etc., onde se encontram as raízes da crise que atravessamos.
Creio que uma proposta dessa natureza será vista com bons olhos pelos estudantes, como um sinal de que seu grito foi ouvido. E pode no mínimo ser o ponto de partida para uma negociação que leve efetivamente a um encerramento pacífico da ocupação.
Cordialmente,
Marcos Barbosa de Oliveira
Professor Associado, FEUSP
[Reproduzimos aqui o abaixo-assinado movido pelo professor José de Souza Martins]
Contra a violência: Em defesa da universidade pública e gratuita e de sua autonomia
Os abaixo-assinados, docentes do ensino superior, vêem com apreensão o recorrente recurso à violência em nossas universidades públicas e gratuitas. Em nome de reivindicações muitas vezes legítimas, a discussão vem sendo substituída pelo monólogo autoritário, o diálogo pela truculência.
O recurso à coação por piquetes e outras formas de violência e a invasão de prédios universitários constitui sintoma alarmante de degradação das relações entre as pessoas, logo em um ambiente que deveria prezar, acima de tudo, o diálogo. O progresso do conhecimento e a educação na universidade exigem a centralidade da razão, a liberdade de pensamento, a tolerância e o respeito à divergência como fundamentos.
A defesa da autonomia universitária exige determinação dos acadêmicos e de suas lideranças para demonstrar contínua e exaustivamente à sociedade e aos governantes que a comunidade acadêmica tem os meios para resolver suas disputas pelo debate e pelo diálogo, sem nunca recorrer à violência ou à ilegalidade.
Em defesa da universidade pública e gratuita, pautada no princípio da autonomia, do diálogo e do respeito à institucionalidade, os abaixo-assinados conclamam seus colegas a se unirem em repúdio a práticas que recorram à violência.
11 June, 2007 16:13
Agenda do Cultura de Greve: Ocupação é Formação – Sala do CO na
Reitoria Ocupada:
seg- 14h30 Ruy Braga (Sociologia - FFLCH-USP):
"O retorno da crítica social: Sociologias públicas e engajamento".
ter- 14h30 Ulpiano Bezerra de Meneses (Históra - FFLCH-USP):
"Os paradoxos da memória: a amnésia social"
quarta: 19h00 exibição do vídeo: "Ajuste" (57 minutos, DVD) direção:
Daniel
Veloso / Marcelo Berg / Robert Cabanes / Zé César Magalhães
mesa-redonda: Paulo Arantes (Filosofia - FFLCH-USP), Luiz Renato
Martins (Artes
Plásticas - CAP-ECA)
quinta: 14h30 Maria Elisa Cevasco (Letras Modernas - FFLCH-USP)
"A função da crítica cultural"
Quinta semana no auditório (CO) da reitoria ocupada!!!
10 June, 2007 21:35
Programação da Reitoria Ocupada - 11 a 15 de Junho
Segunda-feira 11/06
14h00: Discussão sobre a parte financeira dos decretos (Local: Copérnico) - prof. Marco Eugênio (Economia - FEA)
14h30: Palestra
Ruy Braga (Sociologia – FFLCH-USP): "O retorno da crítica social: Sociologias públicas e engajamento" (Local: CO)
16h00: CINEOKUPA: filme Macunaíma (Local: Sala Pró-ocupa)
18h00: CINEOKUPA (Local: Saguão): Sessão de Curtas Precarização do Trabalho X Controle dos Trabalhadores (Festival Latino-americano de la Clase Obrera – FELCO)
Filmes:
“Pelo Fim da Terceirização” (20 min, Br)
Seleção de curtas Alavio (20 min, Arg)
“O Metrô é assim - Asi es el subte” (30 min, Arg)
“Flaskô – fábrica sob controle dos trabalhadores” (15 min, Br)
20h00: Debate
“Discussão sobre as fábricas ocupadas e repressão na fábrica CIPLA de Joinville. (Local: Saguão)
(Encerrando o dia haverá discussão sobre o caráter das assembléias)
Terça-feira 12/06
14h30: PALESTRA
Ulpiano Bezerra (História – FFLCH): “Os paradoxos da memória: a amnésia social” (Local: CO)
16h00: Momento Cultura Livre - Software Livre (Local: Rádio Okupa)
16h00: CINEOKUPA (sala pró-ocupa): Sessão de Curtas “Reforma Universitária na América Latina” (Festival Latino-americano de la Clase Obrera - FELCO)
Filmes:
“Granito de Arena” (60 min, México 2005)
“De pé” (16 min, Bolívia 2003)
“Los punhos” (22 min, Bolívia 2004)
“Reforma Universitária” (30 min, Argentina 2006)
17h00: Ato em solidariedade à fábrica ocupada Cipla, em Joinville. (saída de ônibus para Joinville em frente à reitoria).
18h00: ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DA USP
Quarta-feira 13/06
14h00:ARTIVISMO: Reunião na ECA p/ organizar intervenção artística no dia 15
16h00:ARTIVISMO: Apresentação “A rua é um rio”
18h00: DEBATE
Origens do Software Livre: a filosofia do Copyleft e do código aberto (Local: Saguão)
19h00: DEBATE: Acesso à Universidade (Local: Copérnico)
19h00: VÍDEO E MESA REDONDA (Local: CO)
“Ajuste” (57min.): Paulo Arantes (Filosofia – FFLCH) e Luis Renato Martins (Artes Plásticas)
08 June, 2007 21:47
04 June, 2007 16:53
Confirmado!!!
Peixelétrico hoje à noite no Arraiá da Reitoria!!!
04 June, 2007 16:42