Moçao de Apoio do Centro Academico Livre de Serviço Social da UFSC   Moçao de Apoio do Centro Academico Livre de Serviço Social da UFSC

Ocupação da Reitoria da USP

                          Não à intervenção policial

 

 

            No dia 3 de maio, cerca de duzentos estudantes ocuparam a Reitoria da USP. Foi resposta dada ao decreto do governador José Serra, que atinge a autonomia universitária. Mas outras reivindicações também motivaram o movimento, como a falta de professores, o sucateamento da universidade pública e a falta de moradia no campus.

A decisão de ocupar a Reitoria ocorreu depois da Reitora, Suely Vilela, cancelar uma audiência com os estudantes, que pretendiam questionar o decreto do governador e apresentar uma carta de reivindicações.

Logo se verificou a importância política da ocupação. O conflito obrigou a Reitora e o governo a se manifestarem. Negociaram um acordo de cúpula para explicar que não havia mais risco de quebra da autonomia. Algumas quirelas foram apresentadas pela Reitora, como resposta às reivindicações específicas dos estudantes.

O juiz Edson Ferreira da Silva expediu mandato de reintegração. Mediações políticas foram montadas. Mas os ocupantes não viram resultados positivos. As assembléias resolveram manter a ocupação. Cresceram as pressões políticas e a ameaça policial. Mas o movimento também cresceu. A greve estudantil foi decretada. Em seguida, os funcionários fizeram o mesmo. A ADUSP, no dia 23/5, convocou assembléia: professores iniciaram greve.

No dia 16, estudantes da UNICAMP desencadearam o movimento grevista. Professores e funcionários aderiram à luta. Na UNESP, várias unidades estão parcialmente paralisadas.

O movimento contrário à ocupação encabeçado por professores da reação, a campanha da imprensa, a atuação da Justiça e o cerco policial não conseguiram isolar os manifestantes. O fortalecimento da luta, que uniu estudantes, funcionários e professores, impossibilitou que a tropa de choque desalojasse os estudantes. Ficou claro que a ocupação se constituiu em um marco de resistência ao processo de desmonte, de descaracterização e privatização da universidade pública.

A ocupação e a greve dos três setores precisam ser defendidas contra a ação judicial e policial. O mesmo juiz que expediu a reintegração, acabou de proibir os piquetes grevistas e determinou multa de mil reais diários sobre o SINTUSP. É sempre assim, o Estado atua para esmagar os movimentos com a força da lei antigreve e da polícia. Pretende-se calar o movimento que retoma a luta pelo ensino público, laico e gratuito.

A Apropuc desde o início reconheceu legitimidade e sentido político positivo na ocupação da Reitoria. Juntamente com a AFAPUC e entidades estudantis da PUC, defende a não intervenção militar, o atendimento do governador Serra de revogação do decreto e solução das reivindicações apresentadas pelo movimento.

 

São Paulo, 25 de maio de 2007.

 

A Diretoria da APROPUC    - Associação dos Professores da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Rua Bartira, 407 – Perdizes – São Paulo

Fone (11) 38722685

                                              



O diretório estadual do PT-SP condena os decretos do governador José Serra
referentes ao ensino superior do Estado e apóia as reivindicações dos
estudantes, professores e funcionários da USP e demais universidades
estaduais em defesa da autonomia das universidades estaduais paulistas. O
PT-SP também se posiciona contrário a qualquer ação policial que atente ao
direito de livre expressão e organização dos estudantes.

Os decretos, além de ferirem a autonomia universitária, fundamental para a
manutenção de uma universidade livre para o pensamento crítico e produção
científica de interesse público, contribuem para a fragmentação e
enfraquecimento dos diversos níveis de ensino e revelam uma forma
autoritária de governar, não disposta ao diálogo, que privilegia o uso da
força ao debate construtivo e democrático.

O governador apoiado em setores conservadores da mídia - que insistem em
distorcer os fatos ao dizer que estudantes e professores são contra a
prestação de contas das universidades à sociedade - deveria, na verdade,
explicar por que o seu governo é que não consegue ser transparente na
execução dos recursos públicos e consequentemente prestar contas da sua
execução orçamentária a sociedade paulista.

As reivindicações dos estudantes por mais moradia, assistência estudantil,
contratação de professores, aumento de verbas e democratização do acesso à
universidade pública são legítimas e, por isso, apoiamos as diversas formas
de luta que os estudantes, junto com funcionários e professores, estão
desenvolvendo na USP.

Diretório Estadual do PT-SP
Segunda-Feira, 28 de maio de 2007

Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública. 


  1. Adalgiza Fornaro (IAG)

  2. Adma Fadul Muhana (FFLCH)

  3. Adrián Fanjul (FFLCH)

  4. Adriana Pedrosa Biscaia Tufaile (EACH)

  5. Adriana Zavaglia (FFLCH)

  6. Adriane da Silva Duarte (FFLCH)

  7. Adriano Aprigliano (FFLCH)

  8. Adriano Henrique Rebelo Biava (FEA)

  9. Adriano Scatolin (FFLCH)

  10. Afrânio Mendes Catani (FE)

  11. Ailton Luchiari (FFLCH)

  12. Alcides Celso Oliveira Villaça (FFLCH)

  13. Alessandro Soares da Silva (EACH)

  14. Alexandre Agnolon (FFLCH)

  15. Alexandre Braga Massella (FFLCH)

  16. Alexandre Hasegawa (FFLCH)

  17. Alfredo Bosi (IEB)

  18. Almir Antonio Rosa (ECA)

  19. Amauri Pereira de Oliveira (IAG)

  20. Amaury Cesar Moraes (FE)

  21. Américo Kerr (IF)

  22. Amílcar Zani Netto (ECA)

  23. Ana Cecilia Olmos (FFLCH)

  24. Ana Fani Alessandri Carlos (FFLCH)

  25. Ana Lúcia Machado (EE)

  26. Ana M Dianezi Gambardella (Nutrição)

  27. Ana Paula Pacheco (FFLCH)

  28. Ana Paula Torres Megiani (FFLCH)

  29. Anália Maria Marinho de Carvalho Amorim (FAU)

  30. André Paulo Tschiptschin (EP)

  31. Andrea Cavicchioli (EACH)

  32. Andrea Saad Hossne (FFLCH)

  33. Angela Maria Rocha (FAU)

  34. Angélica Chiappetta (EACH)

  35. Angelo Rafael Carpinelli (IB)

  36. Antonio Caliri (FCFRP)

  37. Antonio Candido de Mello e Souza (FFLCH)

  38. Antonio Carlos Barossi (FAU)

  39. Antonio Carlos Cassola (ICB)

  40. Antonio Carlos de Araujo Silva (ECA)

  41. Antonio Carlos dos Santos (FMRP)

  42. Antonio Carlos Duarte de Carvalho (FMRP)

  43. Antonio Dimas (FFLCH)

  44. Antonio Vicente S. Pietroforte (FFLCH)

  45. Aparecida de Fátima Bueno (FFLCH)

  46. Ariovaldo José Vidal (FFLCH)

  47. Ariovaldo Umbelino de Oliveira (FFLCH)

  48. Arlete Orlando Cavaliere (FFLCH)

  49. Arlindo Tribess (EPUSP)

  50. Arnaldo José França Mazzei Nogueira (FEA)

  51. Augusto Massi (FFLCH)

  52. Beatriz Daruj Gil (FFLCH)

  53. Beatriz Raposo Medeiros (FFLCH)

  54. Belmira Oliveira Bueno (FE)

  55. Benjamin Abdala Junior (FFLCH)

  56. Betina Bischof (FFLCH)

  57. Bruno Barreto Gomide (FFLCH)

  58. Carla Andrea Trapé (EEUSP)

  59. Carla Roberta de Oliveira Carvalho (ICB)

  60. Carlos Alberto Barbosa Dantas (IME)

  61. Carlos Alberto da Fonseca (FFLCH)

  62. Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron (FFLCH)

  63. Carlos Alberto Fajardo (ECA)

  64. Carlos Guilherme Mota (IEA)

  65. Carlos Roberto Monteiro de Andrade (EESC)

  66. Carlos Serrano (FFLCH)

  67. Carlota Boto (FE)

  68. Carmela Gross (ECA)

  69. Carmen Sylvia Vidigal Moraes (FE)

  70. Carol Fuzeti Elias (ICB)

  71. Carolina A R Funayama (FMRP)

  72. Cássia Baldini Soares (EE)

  73. Catharina Cordeiro dos Santos Lima (FAU)

  74. Cecilia Hanna Mate (FE)

  75. Célia Maria Sivalli Campos (EE)

  76. Celia Pezzolo de Carvalho (FFCLRP)

  77. Celisa Tiemi Será (FMUSP)

  78. Celso Fernando Favaretto (FE)

  79. Celso Frederico (ECA)

  80. Celso Ricardo Fernandes de Carvalho (FM FOFITO)

  81. César Augusto Minto (FE)

  82. Chico Oliveira (FFLCH)

  83. Cilaine Alves Cunha (FFLCH)

  84. Claudemir Belintane (FE)

  85. Claudia Amigo Pino (FFLCH)

  86. Claudio Alvarenga de Oliveira (FMVZ)

  87. Cleverci Malaman Belasalma (EESC)

  88. Cristiane Maria Cornelia Gottschalk (FE)

  89. Cristina Altman (FFLCH)

  90. Cristina M. Casadei Pietraróia (FFLCH)

  91. Cristina Pompa (EACH)

  92. Daciberg Lima Gonçalves (IME)

  93. Dalton de Souza Amorim (FFCLRP)

  94. Dânia Hamassaki-Britto (ICB)

  95. Davi Arrigucci Jr. (FFLCH)

  96. David Sperling (EESC)

  97. Decio Crisol Donha (POLI)

  98. Deize Crespim Pereira (FFLCH)

  99. Denise Dias Barros (FMUSP)

  100. Denise Pimentel Bergamaschi (FSP)

  101. Dennis de Oliveira (ECA)

  102. Deusa Maria de Souza Pinheiro Passos (FFLCH)

  103. Diana Pozzi (FMUSP)

  104. Dilma de Melo Silva (FMUSP)

  105. Dilma de Melo Silva (ECA)

  106. Dislane Zerbinatti Moraes (FE)

  107. Dominique Tilkin Gallois (FFLCH)

  108. Doris Accioly e Silva (FE)

  109. Doris Nátia Cavallari (FFLCH)

  110. Douglas Gouvêa (Poli)

  111. Ecléa Bosi (IP)

  112. Eda Terezinha de Oliveira Tassara (IP)

  113. Edílson Crema (IF)

  114. Edison de Jesus Manoel (EEFE)

  115. Edu Teruki Otsuka (FFLCH)

  116. Eduardo Alberto Cusce Nobre (FAU)

  117. Eduardo B. Ottoni (IP)

  118. Eduardo de Almeida Navarro (FFLCH)

  119. Eduardo Genaro Mutarelli (FMUSP)

  120. Eduardo Natalino dos Santos (FFLCH)

  121. Eduardo Victorio Morettin (ECA)

  122. Eduardo Vieira Martins (FFLCH)

  123. Elenice Mouro Varanda (FFCLRP)

  124. Eleutério Fernando da Silva Prado (FEA)

  125. Eliane Dias de Castro (FMUSP)

  126. Elias Thomé Saliba (FFLCH)

  127. Elie Ghanem (EE)

  128. Elis de Almeida Cardoso Caretta (FFLCH)

  129. Elisabete Ferreira Mângia (FMUSP)

  130. Elisabeth Spinelli de Oliveira (FFCLRP)

  131. Elisabetta Santoro (FFLCH)

  132. Elizabeth A F S Torres (FSP)

  133. Elizabeth Araújo Lima (FMUSP)

  134. Elizabeth Fujimori (EE)

  135. Elizabeth Harkot de La Taille (FFLCH)

  136. Elvio Rodrigues Martins (FFLCH)

  137. Elza Assumpção Miné (FFLCH)

  138. Emerson da Cruz Inacio (FFLCH)

  139. Émerson de Pietri (FE)

  140. Emir Sader (FFLCH)

  141. Emma Otta (IPUSP)

  142. Erminia Maricato (FAU)

  143. Esdon Luis De Almeida Teles (FFLCH)

  144. Esmerindo Bernardes (IFSC)

  145. Eucenir Fredini Rocha (FMUSP)

  146. Eugenio Fernandes Queiroga ((FAU)

  147. Eurico de Arruda Neto (FMRP)

  148. Fabiana B. Carelli Marquezini (FFLCH)

  149. Fábio de Souza Andrade (FFLCH)

  150. Fábio Mariz Gonçalves (FAU)

  151. Fátima Corrêa Oliver (FMUSP)

  152. Fernando Antonio Pinheiro Filho (FFLCH)

  153. Fernando L. B. da Silva (FCFRP)

  154. Fernando Pinheiro (FFLCH)

  155. Fernando Rodrigues Junior (FFLCH)

  156. Filomena Yoshie Hirata (FFLCH)

  157. Flavia Maria Corradin (FFLCH)

  158. Flávia Schilling (FE)

  159. Flávio Antônio Fernandes Reis (FFLCH)

  160. Flávio de Campos (FFLCH)

  161. Flávio Saes (FEA)

  162. Flavio Wolf de Aguiar (FFLCH)

  163. Francis Henrik Aubert (FFLCH)

  164. Francisco Alambert (FFLCH)

  165. Francisco Maciel Silveira (FFLCH)

  166. Francisco Miraglia (IME)

  167. Francisco Segnini Jr. (FAU)

  168. Francisco Spadoni (FAU)

  169. Francisco Vecchia (EESC)

  170. Franklin Leopoldo e Silva (FFLCH)

  171. Geraldo de Souza Dias (ECA)

  172. Geraldo Souza Dias (ECA)

  173. Gigliola Maggio de Castro (FFLCH)

  174. Gilberto de Andrade Martins (FEA)

  175. Giorgio Giorgi Junior (FAU)

  176. Gisele S. Craveiro (EACH)

  177. Gislene A Santos (EACH)

  178. Giuliana Ragusa de Faria (FFLCH)

  179. Givaldo Luiz Medeiros (EESC)

  180. Glória da Anunciação Alves (FFLCH)

  181. Gonzalo Vecina Neto (FSP)

  182. Gracimar Alvares Bueno (FE)

  183. Hélder Garmes (FFLCH)

  184. Helena Aparecida Ayoub Silva (FAU)

  185. Helio de Seixas Guimaraes (FFLCH-USP)

  186. Hélio Goldenstein (EPUSP)

  187. Heloisa Buarque de Almeida (FFLCH)

  188. Heloisa D. Borsari (IME)

  189. Heloisa DaRuiz Borsari (IME)

  190. Heloisa Fernandes(FFLCH)

  191. Heloísa Pezza Cintrão (FFLCH)

  192. Heloísa Zani (ECA)

  193. Henrique Guzzo Junior (IME)

  194. Henrique Soares Carneiro (FFLCH)

  195. Homero Santiago (FFLCH)

  196. Ianni Regia Scarcelli (IP)

  197. Ianni Scarcelli (IP)

  198. Ieda Maria Alves (FFLCH)

  199. Iná Camargo Costa (FFLCH)

  200. Ingrid Dormien Koudela (ECA)

  201. irineu tadeu Velasco (FMUSP)

  202. Iris Kantor (FFLCH)

  203. Isabel de Camargo Neves Sacco (FMUSP)

  204. Ismail Xavier (ECA)

  205. István Jancsó (IEB)

  206. Iumna Maria Simon (FFLCH)

  207. Ivã Carlos Lopes (FFLCH)

  208. Ivan Prado Teixeira (ECA)

  209. Ivone Daré Rabello (FFLCH)

  210. Jacyra Soares (IAG)

  211. João Adolfo Hansen (FFLCH)

  212. João Luiz Musa (ECA)

  213. João Paulo G. Pimenta (FFLCH)

  214. João Roberto Faria (FFLCH)

  215. João Sette Whitaker Ferreira (FAU)

  216. João Zantic (IF)

  217. Joaquim Alves de Aguiar (FFLCH)

  218. Jocelyn Freitas Bennaton (POLI)

  219. Joel Sene (ECA)

  220. John Cowart Dawsey (FFLCH)

  221. Jonas Tadeu Silva Malaco (FAU)

  222. Jorge Alberto S. Machado (EACH)

  223. Jorge de Almeida (FFLCH)

  224. Jorge Eduardo de Castro Soromenho (FEA)

  225. Jorge Grespan (FFLCH)

  226. Jorge Hajime Oseki (FAU)

  227. Jorge Schwartz (FFLCH)

  228. Jorge Tadashi Hiratuka (IME)

  229. José Alcides Ribeiro FFLCH

  230. José Antonio Alves Torrano (FFLCH)

  231. José Antonio Pasta Jr (FFLCH)

  232. José Augusto Ramos Soares (IME)

  233. José Batista Dal Farra Martins (ECA)

  234. José Batista Dal Farra Martins (ECA)

  235. José de Jesús Pérez-Alcázar (EACH)

  236. José Eduardo dos Santos Lohner (FFLCH)

  237. José Fernando de Andrade (FFCLRP)

  238. José Flávio Motta (FEA)

  239. José Francisco de Lima Gonçalves (FEA)

  240. José Horacio de Almeida Nascimento Costa (FFLCH)

  241. José Jeremias de Oliveira Filho (FFLCH)

  242. José Lino Oliveira Bueno (FFCLRP)

  243. José Luciano Miranda Duarte (IF)

  244. José Maria Pacheco de Souza (FSP)

  245. Jose Maria Soares Barata (FSP)

  246. José Miguel Wisnik (FFLCH)

  247. José Moura Gonçalves Filho (IP)

  248. José Nicolau Gregorin Filho (FFLCH)

  249. José Renato de Campos Araújo (EACH)

  250. José Ricardo Romero (FFCLRP)

  251. José Roberto Simões Moreira (POLI)

  252. José Sérgio Fonseca da Carvalho (FE)

  253. Juliana de Paula Souza (IB)

  254. Júlio Assis Simões (FFLCH)

  255. Júlio César Suzuki (FFLCH)

  256. Júlio César Suzuki (FFLCH)

  257. Julio Groppa Aquino (FE)

  258. Júlio Pimentel Pinto (FFLCH)

  259. Julio Tirapegui (Farmácia)

  260. Laura de Mello e Souza (FFLCH)

  261. Laura P.Z. Izarra (FFLCH)

  262. Laura Villares de Freitas (IP)

  263. Léa Francesconi (FFLCH)

  264. Leandro de Lajonquière (FE)

  265. Leandro de Lajonquière (FE)

  266. Leda Maria Paulani (FEA)

  267. Leda Verdiani Tfouni (FFCLRP)

  268. Leila Leite Hernandez (FFLCH)

  269. Lenita Maria Rimoli Esteves (FFLCH)

  270. Leny Sato (IP)

  271. Leon Kossovitch (FFLCH)

  272. Leonel Itaussu Almeida Mello (FFLCH)

  273. Leyla Perrone-Moisés (FFLCH)

  274. Lia de Alencar Coelho (FZEA)

  275. Lighia B H Matsushigue (IF)

  276. Ligia F. Ferreira (FFLCH)

  277. Liliane Reis Teixeira (FSP)

  278. Lincoln Secco (FFLCH)

  279. Lineide Salvador Mosca (FFLCH)

  280. Lisete R. G. Arelaro (FE)

  281. Lívia Burgos Lopes (EACH)

  282. Lúcia Bruno (FE)

  283. Lucia Wataghin (FFLCH)

  284. Luciana de Almeida Colvero (FMUSP)

  285. Luciana Maria Viviani (EACH)

  286. Luciana Suarez Lopes (FEA)

  287. Lucília Daruiz Borsari (IME)

  288. Luís César Oliva (FFLCH)

  289. Luís Fernando Angerami (ECA)

  290. Luiz Claudio Mubarac (ECA)

  291. Luiz Dagobert de Aguirra Roncari (FFLCH)

  292. Luiz Fernando Batista Franklin de Mattos (FFLCH)

  293. Luiz Jackson (FFLCH)

  294. Luiz Menna-Barreto (EACH)

  295. Luiz Recaman (EESC)

  296. Luiz Renato Martins (ECA)

  297. Luiz Tatit (FFLCH)

  298. Madalena N. Hashimoto Cordaro (FFLCH)

  299. Mamede Mustafá Jarouche (FFLCH)

  300. Manoel Luiz Gonçalves Corrêa (FFLCH)

  301. Manoel Mourivaldo Santiago Almeida (FFLCH)

  302. Marcello Giovanni Tassara (ECA)

  303. Marcelo L M Pompêo (IB)

  304. Marcelo Vieira Fernandes (FFLCH)

  305. Márcia Aparecida Ferreira de Oliveira (EE)

  306. Marcia Arruda Franco (FFLCH)

  307. Márcia Dalastra Laurenti (FMUSP)

  308. Marcia Maria Arcuri (MAE USP)

  309. Márcia Regina Berbel (FFLCH)

  310. Márcia Santos Duarte de Oliveira (FFLCH)

  311. Marcílio de Almeida (ESALQ)

  312. Marco A. A. da Silva (FCFRP)

  313. Marco Antonio Brinati (POLI)

  314. Marco Antonio de Castro Figueiredo (FFCLRP)

  315. Marco Castelo Branco (POLI)

  316. Marco Francesco Buti (ECA)

  317. Marcos Barbosa de Oliveira (FE)

  318. Marcos César Alvarez (FFLCH)

  319. Marcos Eugênio da Silva (FEA)

  320. Marcos Garcia Neira (FE)

  321. Marcos Martinho dos Santos (FFLCH)

  322. Marcos Napolitano De Eugênio (FFLCH)

  323. Marcos Nascimento Magalhaes (IME)

  324. Marcos Piason Natali (FFLCH)

  325. Marcos Silva (FFLCH)

  326. Marcus Mazzari (FFLCH)

  327. Margarida Maria de Andrade (FFLCH)

  328. Maria Alicia Gancedo Alvarez (FFLCH)

  329. Maria Aparecida Baccega (ECA)

  330. Maria Augusta da Costa Vieira (FFLCH)

  331. Maria Augusta Fonseca (FFLCH)

  332. Maria Cecilia Loschiavo dos Santos (FAU)

  333. Maria Célia Lima-Hernandes (FFLCH)

  334. Maria Célia Paoli (FFLCH)

  335. Maria Cristina Bonomi Barufi (IME)

  336. Maria Cristina Castilho Costa (ECA)

  337. Maria Cristina Cortez Wissenbach (FFLCH)

  338. Maria Cristina Roque Barreira (FMRP)

  339. Maria da Graça Jacintho Setto (FE)

  340. Maria de Fatima Simoes Francisco (FE)

  341. Maria De La Ó Ramallo Veríssimo (FMUSP)

  342. Maria Dora G. Mourão (ECA)

  343. Maria Elena Infante-Malachias (EACH)

  344. Maria Elisa Siqueira Silva (FFLCH)

  345. Maria Helena Nery Garcez (FFLCH)

  346. Maria Helena P. T. Machado (FFLCH)

  347. Maria Helena Rolim Capelato (FFLCH)

  348. Maria Inês Assumpção Fernandes (IP)

  349. Maria Ines Nogueira (ICB)

  350. Maria Izabel Ramalho Martins (IME)

  351. Maria Josefina Leuba Salum (EE)

  352. Maria Laura Silveira (FFLCH)

  353. Maria Ligia Coelho Prado (FFLCH)

  354. Maria Lúcia C. Victorio de O. Andrade (FFLCH)

  355. Maria Lucia Mello Oliveira Cacciola (FFLCH)

  356. Maria Luisa Sandoval Schmidt (IP)

  357. Maria Manuela Rino Mendes (EERP)

  358. Maria Odila Leite da Silva Dias (FFLCH)

  359. Maria Sílvia Betti (FFLCH)

  360. María Teresa Celada (FFLCH)

  361. Maria Victoria Benevides (FE)

  362. María Zulma M. Kulikowski (FFLCH)

  363. Mariângela de Araújo (FFLCH)

  364. Marie Claire Sekkel (IP)

  365. Marilda Lopes Ginez de Lara (ECA)

  366. Marilena Chaui (FFLCH)

  367. Marília Pinto de Carvalho (FE)

  368. Marilia Pontes Sposito (FE)

  369. Marina de Mello e Souza (FFLCH)

  370. Mário Ferreira (FFLCH)

  371. Mário Henrique Simão D'Agostino (FAU)

  372. Mario Miguel González (FFLCH)

  373. Marisa Grigoletto (FFLCH)

  374. Marlene Suano (FFLCH)

  375. Marli Quadros Leite (FFLCH)

  376. Marta Carvalho de Almeida (FMUSP)

  377. Marta Inez Medeiros Marques (FFLCH)

  378. Marta Kawano (FFLCH)

  379.  

São Paulo, 28 de maio de 2007

Moção de apoio dos estudantes da USP

a luta da Educafro

 

      Os estudantes da USP vêm a público demonstrar seu apoio à Educafro, que historicamente vem lutando pela democratização do acesso e permanência nas universidades públicas e, em particular  na USP, da população negra e estudantes oriundos de escola pública.

      Neste sentido, nossa pauta de reivindicaçôes incorpora muita destas demandas e, reunidos em assembléia geral, reconhecemos não só como necessário, mas como crucial, o apoio mútuo das lutas dos movimentos sociais, pois entendemos que esse é o caminho para transformação da sociedade. 

Assembléia Geral dos Estudantes da USP

28 de maio de 2007

Manifestamos nosso apoio e solidariedade a mobilização e a pauta de reivindicação estudantis na Universidade de São Paulo. 

O Movimento Estudantil da Universidade de Brasília – UnB, solidariza-se com a luta dos/as estudantes pelo aumento de verba (através de financiamento público), contratação de professores, democratização da universidade e assistência estudantil. 

Nós que lidamos com as dificuldades de lutar pelos nossos direitos e ideais cotidianamente, entendemos e reafirmamos como legítima a luta de estudantes e funcionários das USP pelo Ensino Superior Público, Gratuito e de Qualidade. 

A ocupação é uma resposta necessária aos decretos autoritários do governador do estado de São Paulo, José Serra, que interferem diretamente na autonomia e na democracia universitária. 

Também manifestamos aqui nosso desprezo a qualquer tipo de repressão, seja ela policial, jurídica ou política ao movimento estudantil ou a qualquer movimento social. Defendemos a liberdade de manifestação política por acreditar que esta é fundamental para a consolidação da democracia. 

Saudamos ainda todos e todas que trabalham e lutam pela construção de uma universidade pública, gratuita, democrática e comprometida com a transformação da sociedade. 

Centro Acadêmico de Letras – CALET

Centro Acadêmico de Biblioteconomia – CABIBLIO

Centro Acadêmico de Geografia – CAGEA

Centro Acadêmico de História – CAHIS

Centro Acadêmico de Serviço Social – CASESO

Centro Acadêmico de Matemática – CAMAT

Centro Acadêmico de Pedagogia – CAPE

Centro Acadêmico de Artes Cênicas – CACEN

Centro Acadêmico de Engenharia Florestal – CAEF

Centro Acadêmico de Antropologia – CAANTRO

Centro Acadêmico de Administração em Agronegócios – CAAGRO

Centro Acadêmico de Ciências Naturais – CACINA

Centro Acadêmico de Física – CAFIS

Centro Acadêmico de Química – CAQUI

Centro Acadêmico de Enfermagem – CAENF

Diretório Central dos Estudantes Honestino Guimarães – DCE

Movimento Instinto Coletivo

Coletivo Nada Será como Antes – Oposição ao DCE – UnB

 

O Centro Estudantil da Fisioterapia (CEFisio USP/RP) órgão representativo dos acadêmicos de Fisioterapia da FMRP-USP por deliberação em Assembléia apóia a ocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo. Entendemos que a ocupação representa uma ação legítima em repúdio aos decretos do governador. Apoiamos a luta por melhores condições, mais vagas de moradia estudantil, por contratação de professores, pela autonomia universitária.

 

CEFISIO – Centro Estudantil da Fisioterapia – USP - RP
Venho como representante da comissão de formação do DCE da FADEP -  faculdade de Pato Branco - PR enviar a seguinte nota de apoio :
 
A comissão de formação do DCE da FADEP.  Faculdade de Pato Branco - PR, defende que ensino público, gratuito e de qualidade é um direito, não uma mercadoria ou serviço que possa ser comercializado. Entendemos que os decretos do governador José Serra representam um ataque gravíssimo à autonomia das universidades estaduais de São Paulo e, portanto, um ataque ao ensino público de qualidade, pois submete essas instituições de ensino superior não somente à supervisão, mas ao controle de uma secretaria estadual, cujos dirigentes não são especializados em educação ou administração de instituições de ensino. Vemos estes decretos como mais um passo para a privatização de educação em nosso país, questão que afeta diretamente a todos os estudantes e cidadãos brasileiros.
 A ocupação da USP torna-se um marco histórico no movimento estudantil brasileiro por sua organização e resistência pacífica. As ações praticadas nestes 25 dias de luta provam que, diferente do que somos taxados, os estudantes alcançaram elevado grau de maturidade e responsabilidade, fixando-se como um modelo de movimento social. 
Por estes motivos, viemos a público manifestar nosso repúdio a tais decretos do governador Serra e nosso total apoio aos alunos, professores e funcionários que estão participando da greve com ocupação na Universidade de São Paulo.
Moção de apoio à ocupação da reitoria da USP

Nós, do Centro Acadêmico Paulo Freire/ Pedagogia da Universidade do
Estado do Rio de Janeiro, apoiamos totalmente à ocupação da reitoria
da USP pel@s estudantes e repudiamos qualquer ato, policial ou da
administração central da USP, que represente uma ameaça às liberdades
individuais e políticas.
Entendemos que as demandas estudantis e da educação se confrontam cada
vez mais com o projeto apresentado pelos governos de Lula e o de
Serra, onde o que prevalece é a lógica do mercado, o fim da esfera
pública e o consequente emprobrecimento da população brasileira.
Estamos junt@s na defesa da educação gratuita, de qualidade, laica,
para todos e todas, essencialmente pública e fundamentalmente
socialmente referenciada.
No caso da Uerj as reivindicações não são muito diferentes. Aqui
também somos alijados do processo político, decisório, democrático e
plural no interior de nossa universidade.Também nos falta alojamento,
bandejão, creche e estrutura física que a cada dia se encontra mais
corroída. Desta forma achamos que é mais que viável a junção de pautas
que nos unifiquem e nos fortaleça sem perder de vista nossas
especifidades, pois o que está em jogo é a universidade e todo o
serviço público brasileiro.
Nos causa tamanha alegria ao ver a juventude sair do estado coletivo
de anestesia e paralisia que contamina toda uma geração. Com vocês,
companheiros e companheiras, refizemos o caminho da ação coletiva, da
esperança ( aquela que não foi vulgarizada), da retomada da juventude
enquanto sujeit@ da História e da inesgotável luta.
Estamos junt@s e reiteramos nosso apoio e queremos convocar @s
estudantes para estarem daqui pra frente para apoiar e somar nessa
batalha.

Saudações Estudantis e de Luta
Centro Acadêmico Paulo Freire/ Pedagogia Uerj
Nós, do Centro Acadêmico de Serviço Social da PUC-SP, manifestamos nosso total apoio à ocupação do gabinete da reitoria da USP pelos estudantes. Os governos Lula e Serra vêm cada vez com mais força atacando as universidades com medidas que somente favorecem os lucros dos patrões, ou o incentivo à privatização das universidades públicas, em detrimento do ensino público, gratuito e de qualidade e favorecendo cada vez mais a total elitização da universidade.
Estamos desde o primeiro dia manifestando nosso apoio e inclusive participando ativamente na própria ocupação. Fazemos também nossas as 17 reivindicações do movimento de ocupação, assim como acreditamos que devemos passar a pensar em formas de unificação desta luta, que deve servir de referência para os estudantes de todas as universidades.
Nós, que na PUC, também lutamos pela autonomia universitária, devemos nos unificar a esta luta dos estudantes na USP em que um dos principais eixos políticos diz respeito ao corte (e submetimento direto ao governo) das verbas para a educação, pois levantamos a bandeira da estatização das universidades privadas e entendemos que somente conquistaremos nossas reivindicações com a unificação das lutas e com todos os setores que fazem a universidade funcionar.
 
 
Chamamos todos os estudantes a apoiarem esta luta e também a participarem da Assembléia que será realizada no dia 08/05.
 
 
 
CASS PUC-SP
Gestão “Nem Pacto, Nem trégua – Retomar a Luta!”
Ao movimento estudantil da USP

Ao tomar conhecimento das reivindicações e da ocupação da Reitoria em São Paulo, nós, que vivenciamos dezenas de razões que nos impeliram a agir de maneira similar em passado nem assim tão distante, queremos manifestar nosso apoio aos estudantes da USP e estranheza diante das ameaças lançadas sobre o movimento.

No mesmo momento onde nos reunimos para planejar a comemoração do Encontro Nacional de Estudantes que tentou reorganizar a UNE em Belo Horizonte, 04 de junho de 1977, quando fomos selvagemente atacados pela polícia da ditadura militar no interior da UFMG, queremos também convocar as autoridades universitárias, bem como o governo paulista, a nos dar uma demonstração de que o Brasil mudou de fato nestes últimos trinta anos. Recusamo-nos a imaginar que a democracia que aí está, duramente construída, não possa resolver problemas como êsse sem o uso da violência policial e dos velhos métodos que tanto envergonharam nossa História.

Todo apoio aos estudantes!

Pela retomada das negociações e pleno atendimento das reivindicações!

Participantes da comemoração dos 30 anos do III ENE - Encontro Nacional de Estudantes - de 1977 em Belo Horizonte-MG.

Nós, abaixo-assinados, professores da Universidade de São Paulo, unimo-nos a todos aqueles que, preocupados com a manutenção e ampliação democráticas do ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas, têm empreendido lutas contra os decretos do governo Serra, os quais inviabilizam a autonomia universitária. Requeremos, por isso, a reabertura das negociações com os estudantes e funcionários que ocupam a Reitoria da USP e refutamos qualquer ação violenta de desocupação do prédio, tendo em vista a justeza de sua causa política em defesa da universidade pública.

ver lista

Diante das manifestações de membros da comunidade acadêmica, inclusive de cientistas sociais, desqualificando a estratégia de desobediência civil e ação direta adotada pelos estudantes da Universidade de São Paulo que ocuparam a reitoria, gostaríamos de chamar atenção para alguns pontos.

Os críticos da ocupação enquanto estratégia argumentam que ela fere não apenas o princípio da legalidade, como também a civilidade e o diálogo e que, portanto, trata-se apenas de uma ação violenta, autoritária e criminosa.

 

As instituições civilizadas que esses críticos defendem, do voto universal para cargos legislativos até os direitos trabalhistas e as leis de proteção ambiental foram frutos de ações diretas, não mediadas pelas instituições democrático-liberais: foram fruto de greves (num momento em que eram ilegais), de ocupações de fábricas, de bloqueios de ruas. Não é possível defender o valor civilizatório destas conquistas que criaram pequenos bolsões de decência num sistema econômico e político injusto e degradante e esquecer das estratégias utilizadas para conquistá-las. Ou será que tais ações só passam a ser meritórias depois de assimiladas pela ordem dominante e quando já são consideradas inócuas?

 

As ações diretas que desobedecem o poder político não são um mero uso de força por aqueles que não detêm o poder, mas um uso que aspira mais legitimidade que as ações daqueles que controlam os meios legais de violência. Talvez fosse o caso de lembrar, mesmo para os cientistas sociais, que nossas instituições democrático-liberais são instrumentos de um poder que aspira o monopólio do uso legítimo da violência. Há assim, na desobediência civil, uma disputa de legitimidade entre a ação legal daqueles que controlam a violência do poder do estado e a ação daqueles que fazem uso da desobediência reivindicando uma maior justiça dos propósitos.

 

Os críticos da ocupação da reitoria, em especial aqueles que partilham do mesmo propósito (a defesa da autonomia universitária), podem questionar se a ocupação está conquistando, por meio da sua estratégia, legitimidade junto à comunidade acadêmica e à sociedade civil. Esse é um dilema que todos que escolhem este tipo de estratégia de luta têm que enfrentar e que os ocupantes estão enfrentando. Mas desqualificar a desobediência civil e a ação direta em nome da legalidade e da civilidade das instituições é desaprender o que a história ensinou. Seria necessário também lembrar que mesmo do ponto de vista da legalidade, nossas instituições não vão tão bem?

 

Independente de como a ocupação da reitoria termine, ela já conseguiu seu propósito principal: fomentar a discussão sobre a autonomia universitária numa comunidade acadêmica que permaneceu apática por meses às agressões do governo estadual e que só acordou com o rompimento da ordem.

 

 

Adma Fadul Muhana, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Albana Azevedo, técnica da UFRJ

Alexandre Fortes, professor do Instituto Multidisciplinar da UFRJ

Andréia Galvão, professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Andriei Gutierrez, doutorando no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Angela Lazagna, doutoranda do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Anita Handfas, professora da Faculdade de Educação da UFRJ

Antonio Carlos Mazzeo, professor da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Alessandro Soares da Silva, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Alexander Maximilian Hilsenbeck Filho, mestre pela Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Alvaro Bianchi, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Ana Carolina Arruda de Toledo Murgel, doutoranda do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Arley R.Moreno professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Armando Boito, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Caio N. de Toledo, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Candido Giraldez Vieitez, professor da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP 

Celso Fernando Favaretto, professor da Faculdade de Educação da USP

Cilaine Alves Cunha, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Claus Germer, professor do departamento de Economia da UFPR

Cristiane Maria Cornelia Gottschalk, professora da Faculdade de Educação da USP

Daniel Barbosa Andrade de Faria, pós-doutorando do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Danilo Enrico Martuscelli, doutorando no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Davisson C. C. de Souza, doutorando na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Dora Isabel Paiva da Costa, professora da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP

Doris Accioly e Silva, professora da Faculdade de Educação da USP

Eleutério Fernando da Silva Prado, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP

Felipe Luiz Gomes e Silva, professor da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP

Filipe Raslan, mestrando do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Filippina Chinelli, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Francisco de Oliveira, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Glaydson José da Silva, pós-doutorando do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Henrique Soares Carneiro, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Hivy Damasio Araújo Mello, douroranda do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Homero Santiago, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Isabel Loureiro, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Ivana Jinkings, editora

Jefferson Agostini Mello, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Jesus Ranieri, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

João Adolfo Hansen, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

João Bernardo, escritor e professor

João Henrique Oliveira, mestre pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da UFF

João Quartim Moraes, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Jorge Machado, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Júlia Moretto Amâncio, mestranda no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Laymert Garcia dos Santos, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Leandro de Oliveira Galastri, doutorando no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Leda Paulani, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP

Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, professor da PUC-SP

Luiz Renato Martins, professor da Escola de Comunicação e Artes da USP

Luiz Roncari, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Luziano Pereira Mendes de Lima, professor da