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Domingo 27/05 às 20h na Reitoria Ocupada...

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Sobre a desobediência civil

Diante das manifestações de membros da comunidade acadêmica, inclusive de cientistas sociais, desqualificando a estratégia de desobediência civil e ação direta adotada pelos estudantes da Universidade de São Paulo que ocuparam a reitoria, gostaríamos de chamar atenção para alguns pontos.

Os críticos da ocupação enquanto estratégia argumentam que ela fere não apenas o princípio da legalidade, como também a civilidade e o diálogo e que, portanto, trata-se apenas de uma ação violenta, autoritária e criminosa. 

As instituições civilizadas que esses críticos defendem, do voto universal para cargos legislativos até os direitos trabalhistas e as leis de proteção ambiental foram frutos de ações diretas, não mediadas pelas instituições democrático-liberais: foram fruto de greves (num momento em que eram ilegais), de ocupações de fábricas, de bloqueios de ruas. Não é possível defender o valor civilizatório destas conquistas que criaram pequenos bolsões de decência num sistema econômico e político injusto e degradante e esquecer das estratégias utilizadas para conquistá-las. Ou será que tais ações só passam a ser meritórias depois de assimiladas pela ordem dominante e quando já são consideradas inócuas? 

As ações diretas que desobedecem o poder político não são um mero uso de força por aqueles que não detêm o poder, mas um uso que aspira mais legitimidade que as ações daqueles que controlam os meios legais de violência. Talvez fosse o caso de lembrar, mesmo para os cientistas sociais, que nossas instituições democrático-liberais são instrumentos de um poder que aspira o monopólio do uso legítimo da violência. Há assim, na desobediência civil, uma disputa de legitimidade entre a ação legal daqueles que controlam a violência do poder do estado e a ação daqueles que fazem uso da desobediência reivindicando uma maior justiça dos propósitos. 

Os críticos da ocupação da reitoria, em especial aqueles que partilham do mesmo propósito (a defesa da autonomia universitária), podem questionar se a ocupação está conquistando, por meio da sua estratégia, legitimidade junto à comunidade acadêmica e à sociedade civil. Esse é um dilema que todos que escolhem este tipo de estratégia de luta têm que enfrentar e que os ocupantes estão enfrentando. Mas desqualificar a desobediência civil e a ação direta em nome da legalidade e da civilidade das instituições é desaprender o que a história ensinou. Seria necessário também lembrar que mesmo do ponto de vista da legalidade, nossas instituições não vão tão bem?  

Independente de como a ocupação da reitoria termine, ela já conseguiu seu propósito principal: fomentar a discussão sobre a autonomia universitária numa comunidade acadêmica que permaneceu apática por meses às agressões do governo estadual e que só acordou com o rompimento da ordem. 

Adma Fadul Muhana, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Alessandro Soares da Silva, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Alvaro Bianchi, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Ana Carolina Arruda de Toledo Murgel, doutoranda do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Arley R.Moreno professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Armando Boito, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Candido Giraldez Vieitez, professor da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Cilaine Alves Cunha, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Cristiane Maria Cornelia Gottschalk, professora da Faculdade de Educação da USP

Dora Isabel Paiva da Costa, professora da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP

Eleutério Fernando da Silva Prado, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP

Felipe Luiz Gomes e Silva, professor da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP

Filippina Chinelli, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Hivy Damasio Araújo Mello, douroranda do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Homero Santiago, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Isabel Loureiro, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

João Adolfo Hansen, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

João Bernardo, escritor e professor

João Quartim Moraes, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Jorge Machado, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Laymert Garcia dos Santos, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Luiz Renato Martins, professor da Escola de Comunicação e Artes da USP

Marcos Barbosa de Oliveira, professor da Faculdade de Educação da USP

Marta Maria Chagas de Carvalho, professora da  Faculdade de Educação da USP e da Universidade de Sorocaba

Neusa Maria Dal Ri, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP

Otília Arantes, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Pablo Ortellado, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

Paulo Eduardo Arantes, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Ricardo Antunes, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP

Ricardo Musse, professor da Facualdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP

Rubens Machado Jr., professor da Escola de Comunicação e Artes da USP

Soraia Ansara, professora da Faculdade Brasílica de São Paulo

MOÇÃO DE REPÚDIO

Caros moderadores, administradores e wikipedistas comuns (como eu).

 Segue abaixo uma ótima avaliação de como tem se dado o a plítica de exclusão de artigos do wikipedia lusofono:

 


ATENÇÃO: Acredito que o trabalho dos administradores/as é de ajudar as pessoas a colaborarem em grupo na enciclopédia livre, mas de acordo com pesquisas na internet, tenho visto uma série de críticas sobre este processo na wikipédia em português, onde a enciclopédia livre passa a sofrer mais censura do que um trabalho de aprendizado construtivo de colaboração. Neste caso específico, a maioria das pessoas que estão votando contra não estão colaborando para a melhorar a qualidade do artigo proposto, mas sim uma briga de egos "esse artigo não é merecedor da wikipédia e eu sei o que é melhor para a enciclopédia (livre?)." Ainda, o artigo inicial foi totalmente desfigurado, os administradores/as que aqui votaram nada fizeram para impedir esse tipo de atitude. Aqui, neste espaço para discutir as razões pela eliminação ou permanência do artigo, são levantados mais argumentos de ego e de (im?)parcialidade política do que uma colaboração educativa para melhorar o conteúdo. Os administradores/as não são escolhidos/as exatamente para essa tarefa de melhora e aprendizado coletivo? Façam o que quiserem com o artigo, realmente esse espaço atualmente não é sério, o texto foi totalmente alterado e de má fé. Essa situação demonstra um problema grave na comunidade de administradores/as do wikipédia em português. Neste momento já não tenho mais paciência para essas picuinhas, só torço para que outros sejam mais pacientes e trabalhem por uma wikipédia livre e colaborativa de fato. Quem tiver interesse, pesquise as contribuições de cada um dos votantes, que trabalho realmente eles/as têm feito, pesquise na internet as críticas sobre a wikipédia em português, no Orkut também há algumas discussões sobre o assunto: | Cuidado com os xerifes da Wikipedia | Teatro Mágico na Wikipédia Tchelauskas 02:14, 27 Maio 2007 (UTC)

 

Com as mesmas linhas de raciocínio a ocupação da reitoria da USP reitera seu repúdio à Dantadd, Garavello, Pelagio, Jo Lorib, Fred Xavier. Munix, Laobc, Nice, Brizolão, R.R.S, Rodrigo123456, Tvinhas , Lt Hunter, Filomeninha, girino.

Esperamos que se retratem se o problema é por falta de conteúdo enciclopédico ou de cunho político pessoal.

KIMBrasil e ocupação da reitoria da USP

Um dos mais antigos e legitimos direitos é o da Desobediência Civil. Tão antigo quanto a primeira ordem dada, o direito de desobecê-la, ao passo que acredita-se essa ordem um ato tirânico, é mais do que lógico. Que sentido há em seguir uma ordem, um decreto, uma Lei ou até mesmo um mandato que se põe contra os interesses da sociedade ou de todo um setor desta? Seguir algo nocivo é, isto sim, um ato de tirania.

Por vezes é justamente o fato da população se negar a aceitar a tirania que faz a história seguir, que faz antigos regimes caírem. Por outras, é justamente esta desobediência que impede o avanço de novas ordens tirânicas. Graças a atos de desobediência e de resistência que os negros norte-americanos viram crescer seus direitos, que países ao longo do mundo ganharam independência. E é pela desobediência civil que estudantes lutam para manter a autonomia e a qualidade de nosso Ensino público.

E como definir um desobediente que luta pelos seus direitos? Delinqüentes, diriam alguns. Mas que delinqüência consiste em garantir direitos dos seus de forma pacífica? Para alguns são os melhores alunos aqueles que sabem desobedecer quando necessário. Oras, desobedecer com conteúdo não é meramente um crime, é a realização de um projeto de melhoria. É a luta por algo que se acredita. É uma ato político em todos os sentidos. E podemos condenar um humano, esse animal político, de realizar política?

Nesse sentido, a Ocupação da Reitoria da USP e de qualquer outra Reitoria Ocupada no atual momento é um ato de Desobediência Civil, de resistência à uma tirania que avança. É uma luta política em nome da sociedade: da Educação Pública gratuita de qualidade. Condenar aqueles que lutam pela educação é condenar a própria educação. É este o projeto do poder? Então que fique claro: a Ocupação é legítima. É civil e historicamente legítima.

P.I.

BOMBEIROS QUEIMAM AS CONTRADIÇÕES

FAHRENHEIT 451º

OS BOMBEIROS DE HOJE E AMANHÃ, OS "MESTRES" DO SILÊNCIO, DIANTE DO MUNDO LÁ FORA,

DOS CURRÍCULOS CORDIAIS E SEGUROS. AS ESTRUTURAS NÃO SAEM ÀS RUAS!!!

DERRUBAR AS ESTÁTUAS E ESTANTES!!! LIVROS E CONFLITOS, ÀS MENTES E ÀS MÃOS!!

DESENTERRAR AS IDÉIAS

DO CEMITÉRIO DE LIVROS CHAMUSCADOS, PACÍFICO

PÔR FIM À IDADE ADS TREVAS!!!

PRÉ-HISTÓRIA HUMANA

RESISTIRÁ A FALSA PAZ DE LIVROS VIVOS? RESISTIRÁ A ACADEMIA?

CINE MARTELO

NA REITORIA

HOJE SÁBADO 26.05 21H 

 

 

Agora à noite, alunos da USP foram impedidos pela guarda universitária de entrar no campus de carro!

Alegando que "hoje é um dia atípico", os guardas fizeram com que os alunos (alguns deles moradores do CRUSP) deixassem o carro fora da cidade universitária e caminhassem até suas moradias.

A guarda universitária também foi reforçada, mas nenhuma informação chegou até nós.

Questionados pela medida, a guarda universitária declarou que desde a mudança do prefeito do campus tais modificações foram adotadas. Entretanto, nenhum aluno havia passado por isso.

 

 

 

Convidamos todos a participarem de nossas atividades durante esse fim de semana. 

Sábado(26/05)

10:30 --> Discussao sobre os rumos da ocupaçao

13:30 --> Debate com estudantes da UNESP que virao nos visitar

14:00 --> Plenária da Ocupaçao

Domingo(27/05)

 19:00 --> Cultura de Greve - Ocupaçao é formaçao! Discussao sobre gratuidade ativa com a Profa. Sonia Kruppa e a Profa Lisete, da Faculdade de Educaçao (FE-USP)

Continuaremos a atualizar assim que tivermos mais atividades programadas.

O Blog da Ocupação da reitoria da USP está de volta após problemas com o blog do Terra.

 

Iniciado pelo movimento dos estudantes da USP, os funcionários, estudantes e professores do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da USP (FOFITO) decidiram entrar em Greve junto ao movimento geral de Greve da USP. Estamos vivendo um momento político muito importante e delicado na Universidade que nos exige uma posição de defesa da autonomia de sua administração e de que ela continue sendo pública e de qualidade. Tudo isso está ameaçado pelos decretos que o Governo do Estado de São Paulo fez desde o início deste ano. Estes decretos vão contra a Constituição do Brasil, mesmo assim, eles estão vigentes e, se não forem anulados, têm como conseqüências: * a suspensão da contratação de funcionários e docentes; * mais burocracia para gerenciar o dinheiro da Universidade para construção, manutenção e compras, que terão que ser submetidos ao Governador e seus secretários para sua aprovação; * o fim da autonomia das Universidades Públicas Estaduais que passam a ter que obedecer cada governo e seus partidos que entram a cada 4 anos no poder, sem conseguir tomar decisões separadas deles. Além das implicações destes decretos, a FOFITO luta por: - Contratação de professores e funcionários; - Construção e manutenção de prédios, que estão em situação provisória e precária há anos, para melhor atendimento da comunidade e dos estudantes; - Uma biblioteca que dê apoio à formação dos estudantes e às pesquisas; - Recursos que garantam a permanência dos estudantes de todos os cursos na Universidade (melhorias nas condições de moradia, transporte e alimentação) Esclarecemos que os atendimentos oferecidos à população, em função das atividades de Greve, serão mantidos com algumas alterações que serão avaliadas de acordo com critérios estabelecidos por cada equipe responsável e comunicados com antecedência à população. Solicitamos apoio e participação de toda a comunidade e nos colocamos à disposição para conversas, debates e esclarecimentos. Convidamos a todos para as atividades de Greve organizadas pelos estudantes, professores e funcionários que estão ocorrendo na USP e fora dela. São Paulo, 25 de maio de 2007 ESTUDANTES, FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES da FOFITO
O pessoal do Instituto de Artes da Unicamp que está em greve criou um blog como divulgação das atividades e posicionamentos dos alunos de lá... aproveitem, e parem pra dar uma olhadinha no blog deles *** O blog Parou Parou tem como objetivo agrupar as mais diversas opiniões sobre os decretos de Serra a respeito das universidades públicas paulistas. Qualquer pessoa pode nos enviar textos, links e opiniões diversas. Queremos assim contribuir para que todos tenham mais e variadas fontes para se informar e se inteirar sobre o assunto. Divulgaremos também os acontecimentos dentro da Unicamo, buscando opiniões de professores, funcionários e estudantes. http://parouparou.blogspot.com
Mensagem enviada por um companheiro da Unesp de Araraquara *** Amigos Estou aqui para informar que o campus da Unesp/Araraquara está em greve. Em assembléia realizada ontem de tarde, os professores decidiram seguir o indicativo de greve da Adunesp. Vale lembrar que houve um ato com cerca de 300 estudantes, em forma de passeata, com a presença de alunos de vários campi (CAASO, UFSCar, Unesp: Marília, Prudente, Rio Claro) contra à repressão que está ocorrendo de forma irrestrita no campus de Araraquara. À noite, em assembléia com cerca de 500 alunos, movimento este que há anos não é visto neste campus, foi decidido por Greve. Para maiores informações sobre a nossa situação e nossa programação, acessem http://www.cacefunesp.org http://www.movimentocar.com
Após assembléia geral de estudantes da ESALQ dia 24/05 às 22h00, foi decidido, por unanimidade a posição contrária d@s estudantes contra os decretos do Serra e foi tirado indicativo de greve. Na semana que vem haverá paralisação na quarta (30) e quinta (31) com uma passeata para o centro da cidade. Além disso, será exigida da congregação da ESALQ e dos demais professores uma posição em relação aos decretos do Serra. Na próxima quinta (31) haverá uma nova assembléia para definir sobre a greve. A Comissão de Mobilização irá se reunir ainda hoje para definir melhor as atividades da paralização e mandamos notícias atualizadas. Abraços, CALQ
OCUPAÇÃO DA REITORIA DA UFAL Nota de Apoio e solidariedade Alexandre Fleming "a ocupação é uma ressignificação do território na qual a sede da autoridade universitária, da tradição acadêmica e da burocracia universitária passa a ser a sede de sua contestação, transgressão e questionamento. O espaço da imobilidade passa assim a ser o espaço do movimento" (Henrique Carneiro, Ruy Braga e Álvaro Bianch). A ocupação da reitoria da UFAL realizada hoje [24 de maio de 2007] pelos estudantes que compõem a FRENTE DE LUTA CONTRA A REFORMA UNIVERSITÁRIA E O MOVIMENTO TERRA, TRABALHO E LIBERDADE (MTL) simboliza um conjunto de manifestações que estão ocorrendo durante toda essa semana. Desde palestras contra a reforma universitária, a distribuição gratuita de sopão no restaurante universitário, fechamento e bloqueio de ruas e a ocupação da reitoria, diversas são as demonstrações de disposição desse movimento que em larga medida corresponde a outras tantas iniciativas em andamento em todo o país. Para citar uma dessas, a da reitoria da USP [desde o dia 03 de maio] que em seguida desencadeou a ocupação da UNICAMP e da UNESP contra os decretos do Governador José Serra [PSDB] e contra a reforma universitária do governo Lula [PT] materializada no PL 7200/06. As ocupações dessas reitorias trazem também em suas respectivas pautas questões específicas de cada um desses espaços universitários. Em Alagoas os estudantes sofrem com os decretos do prefeito Cícero Almeida que limita o uso do cartão eletrônico [meia-passagem] aos dias da semana, durante os horários de aulas e em uma determinada quantidade máxima especifica por dia. Além disso, o estado encontra-se numa crise sem precedentes tendo a frente o governador Teotônio Vilela também do PSDB, assim como em São Paulo. Depois de desrespeitar o aumento dos salários dos professores da rede estadual e enfrentar uma forte greve no estado o governador Teotônio Vilela é acusado de corrupção e desvio de verbas públicas num esquema chamado pela policia federal de operação navalha. Assim como na USP, a reitora da UFAL não aceitou conversar com os estudantes, utilizando a mesma postura autoritária e arrogante dos mandatários burocratas das universidades do Brasil. Assim como na USP, funcionários e professores em Alagoas devem responder no mesmo tom. De braços dados todos contra a intransigência da reitora Ana Dayse, os decretos do prefeito Cícero Almeida, os desmandos do governador corrupto Teotônio Vilela e da política neoliberal do governo Lula. Os estudantes e os trabalhadores de todo o Brasil começam a dar mostras de que não agüentam mais. Nas universidades de todo o país um levante universitário começa a ecoar tendo a USP, UNESP, UNICAMP e agora também a UFAL como porta vozes de um processo maior que, necessariamente, mais cedo ou mais tarde chegará em todo o país. É chegada a hora de ROMPER AS AMARRAS... A LUTA DA USP É A NOSSA LUTA... FAÇAMOS COM QUE A NOSSA LUTA SEJA A LUTA DA USP TAMBÉM!!!!! Saudações, Alexandre Fleming
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